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28 de março de 2015

SÍMBOLOS DA RESSURREIÇÃO

SÍMBOLOS DA RESSURREIÇÃO

Todos nós sabemos que Jesus declarou ser Ele mesmo a ressurreição e a vida. E carregava consigo a certeza de que o Pai não o abandonaria na sepultura. Nisso residiu a sua força para enfrentar a morte.
O túmulo de Jesus é o símbolo da nossa vida espiritual. O seu corpo não se decompôs na caverna em que foi colocado. Ao terceiro dia Jesus retomou a vida, ressuscitou gloriosamente. Nossas almas também não ficarão prisioneiras pra sempre numa sepultura. Disse Jesus: “Porque eu vivo vós também vivereis”. O túmulo é uma porta que se fecha para as coisas dessa vida: o trabalho, as alegrias; as conquistas, as ambições, os vícios, os prazeres, o pecado... O túmulo pode ser uma porta que se abre para uma eternidade infeliz... Mas pode também ser uma porta que se abre para Deus, para uma eternidade feliz. Só depende da nossa aceitação de Cristo como Senhor e salvador das nossas vidas.
Por ocasião da Páscoa costumamos distribuir ovos de chocolate para as crianças. E o ovo é um símbolo do túmulo e da ressurreição. No interior do ovo está guardado um pequenino ser. E no tempo certo ele rompe a casca que o abriga e surge cheio de vida para o mundo.
Na era cristã a cruz passou a ser cravada sobre as sepulturas, das mais luxuosas às mais humildes. O que nos lembra a cruz? A cruz vazia nos lembra a morte, mas também a ressurreição e a vida. A cruz vazia sobre a sepultura de um ente querido, está a nos dizer que um dia aquela sepultura também vai ficar vazia, porque quem ali está vai ressuscitar para a vida ou para a morte eterna.
E as flores? Com as flores adornamos o altar onde contraímos núpcias, o quarto onde está um recém nascido, o santuário onde adoramos o nosso Deus. E levamos flores para enfeitar o túmulo dos nossos queridos. Elas ficam ali dizendo: Pode ser bela e perfumada a viagem dessa pessoa daqui para a eternidade!
O túmulo, o ovo, a cruz e as flores se tornaram os símbolos da vitória da vida sobre a morte. Lembranças daquela gloriosa manhã de domingo quando a pedra foi removida e Cristo ressuscitou para a nossa ressurreição para a vida eterna.
Rev. Valdomiro Pires de Oliveira
28 de março de 2015

DESILUSÃO

DESILUSÃO

Desilusão é perder e não achar; é achar e não gostar; é achar, mas não achar... Quem ainda não passou por uma desilusão? Eu, você, todos nós, já provamos desse cálice. A vida não é e nunca será, pra ninguém, sempre cor de rosa com bolinhas da mesma cor.
Com os discípulos de Jesus não foi diferente. Eles viveram, quem sabe, a maior de todas as desilusões. Deixaram tudo que tinha, tudo que fazia para seguir a Jesus, crendo que Ele seria o novo Rei Davi, ou mais, um imperador, cheio de honra e de poder. Mas Jesus depois de três anos de um ministério conturbado, cheio de altos e baixos, acabou preso, chicoteado, zombado, cuspido, condenado e crucificado como malfeitor e morto. Que desilusão!
Diante dos acontecimentos do calvário as ilusões da maioria se esvaíram. As promessas de Jesus de que ressuscitaria ao terceiro dia não foram suficientes para mantê-los unidos e vivos na missão. E a maioria se dispersou, cada um para um lado, alguns pensaram em voltar às antigas atividades. Cristo pra eles estava morto e sepultado. Acabou! Pedro disse logo: vou pescar. Só a ressurreição serviu de alento para os discípulos. Mesmo assim, Jesus precisou ficar mais um tempo por aqui, fazendo aparições e refazendo o ânimo de cada um deles.
Com a Igreja tem acontecido pior. Quantas vezes pequenas desilusões com o Conselho, com o Pastor, ou mesmo com um irmão(ã), são usadas para justificar o desânimo, a inércia, a dispersão e outras atitudes negativas: Eu não venho mais a essa Igreja! Eu não vou contribuir mais!... Sabe, eu vou é cuidar da minha vida! Como se alguém fosse dono de sua vida. Para esses “crentes” Cristo ainda está no túmulo, vencido, morto... Não pode ajudá-lo a vencer essas mesquinharias. Acorda irmão! Chega de milindres! O rio é mais que o peixe. O céu é mais que as estrelas. A missão é mais que o missionário... Irmão(ã), Cristo ressuscitou para que vençamos essas frustrações!

Rev. Valdomiro Pires de Oliveira